Me perco no labirinto sem nexo das minhas idéias abstratas que são uma fuga da realidade,
Inventada por mentes doentias tomadas pelo medo que é viver realmente,
Aventurar-se bruscamente, agir incoerentemente nessa sensatez insensata que é estar aqui nessa sociedade tão podre quanto os cadaveres no cemitério
Que apodreceram na miséria do nada que fizeram enquanto apenas passaram pela mediucridade que foi sua existência,
A maldição de ter disperdiçado seu tempo com ideais futeis, mas o que seria o tempo?
O tempo de uma vida é imensurável, decadas,
Dias, horas, minutos e segundos não se comparam a extenção da vida
As chances de vive-la intensamente são inúmeras,
Mas elas passam por você sempre despercebidas enquanto essa sua obseção pelo futuro o domina,
O futuro, o passado e o presente tomando chá em uma sala de estar no meio de uma varanda,
E você pensando que todas as coisas são distintas,
Mas você está errado embasado na opinião dos hipócritas que o fizeram pensar assim
Por isso agora após tudo isso o instigo a pensar por si só e não ser pensado e assistir suas ações
Mas domina-las como se estivesse domando um dragão entre as chamas de um castelo destruido
Pensando como dizem que se deve ser pensado jamais verá como as coisas devem ser vistas.
domingo, 14 de dezembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Declarações de um boêmio confuso
Desperto agora, olho no relógio e fico pasmo
Ele mostra o horário e são três horas da tarde
Penso ser impossível, derrepente noto ao meu lado
A presença de uma desconhecida, opto por não desperta-la
Levanto e ando vagarosamente, de passos leves
Tentando recordar-me do que sucedeu-se na noite anterior
Mas é em vão, nada, nem um vestigio de memória...
Sinto uma forte vertigem, em meus timpanos sinto as badaladas de mil sinos
Dirijo-me ao banheiro lavo o rosto,
Vou à cozinha pego um garrafa de whisky
Encontro uma carteira de cigarros, pego meu isqueiro
Sento confortavelmente em minha poltrona,
Dou uma tragada no cigarro e tomo um longo gole direto do gargalo
O telefone toca derrepente, é alguém que eu desconheço
Entretanto que fala tão naturalmente comigo que aparenta ser um amigo de infância Talvez há muito esquecido, conta sobre a noite anterior, sobre meus exageiros,
Sobre meus delirantes dialogos, minhas atitudes insanas,
Fico perplexo, porém estou aqui um dia mais próximo da morte,
Decido esquecer de vez o que se procedeu e partir para outra noitada
Vivendo um estilo de vida fatalista,
De maneira junkie, desfrutando intensamente cada momento da minha boêmia.
Ele mostra o horário e são três horas da tarde
Penso ser impossível, derrepente noto ao meu lado
A presença de uma desconhecida, opto por não desperta-la
Levanto e ando vagarosamente, de passos leves
Tentando recordar-me do que sucedeu-se na noite anterior
Mas é em vão, nada, nem um vestigio de memória...
Sinto uma forte vertigem, em meus timpanos sinto as badaladas de mil sinos
Dirijo-me ao banheiro lavo o rosto,
Vou à cozinha pego um garrafa de whisky
Encontro uma carteira de cigarros, pego meu isqueiro
Sento confortavelmente em minha poltrona,
Dou uma tragada no cigarro e tomo um longo gole direto do gargalo
O telefone toca derrepente, é alguém que eu desconheço
Entretanto que fala tão naturalmente comigo que aparenta ser um amigo de infância Talvez há muito esquecido, conta sobre a noite anterior, sobre meus exageiros,
Sobre meus delirantes dialogos, minhas atitudes insanas,
Fico perplexo, porém estou aqui um dia mais próximo da morte,
Decido esquecer de vez o que se procedeu e partir para outra noitada
Vivendo um estilo de vida fatalista,
De maneira junkie, desfrutando intensamente cada momento da minha boêmia.
domingo, 19 de outubro de 2008
Audaciosa interpretação da paixão
A paixão arde como uma chama épica
Dois corpos desejam impetuosamente unificarem-se
A pele que anseia o toque,
As mãos deslizam pelas curvas graciosas dos corpos,
Então o beijo... quando as bocas encontram-se,
Os lábios tocando-se ávidos, o ritmo das batidas aumenta,
A melodia fica mais intensa, a respiração fica ofegante,
Está iniciado o ritual místico que unirá suas almas, corpos e mentes,
Corpos se movimentam de forma harmônica,
Alcançam então o ápice do êxtase,
A fusão se faz e desfaz em um instante
Eles relaxam, um momento de silêncio,
Os dois uniram-se, mesmo que por um breve instante... dois foram um só.
Dois corpos desejam impetuosamente unificarem-se
A pele que anseia o toque,
As mãos deslizam pelas curvas graciosas dos corpos,
Então o beijo... quando as bocas encontram-se,
Os lábios tocando-se ávidos, o ritmo das batidas aumenta,
A melodia fica mais intensa, a respiração fica ofegante,
Está iniciado o ritual místico que unirá suas almas, corpos e mentes,
Corpos se movimentam de forma harmônica,
Alcançam então o ápice do êxtase,
A fusão se faz e desfaz em um instante
Eles relaxam, um momento de silêncio,
Os dois uniram-se, mesmo que por um breve instante... dois foram um só.
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Vida oh vida, viva-a
Vago pela noite só, pacientemente almejando assim então compreender
Por que não percebem a beleza lírica da aurora dos dias
Nem tampouco a mágia do cair da noite ao final do entardecer.
Seu cotidiano se resume a preocupar-se com o amanhã,
Apenas compreendam que ele virá queiram ou não...
Vivem precipitamente, agem friamente e amam com cautela.
Bebem apenas uma dose do whisky, jamais embriagam-se
saciando toda sua sede, tomando pelo gargalo até a última gota.
Nunca aproveitam ao máximo o que o mundo tem a lhes oferecer,
Vivem de uma maneira absolutamente mecanizada e monótona,
Sem beleza, sem aventura, sem ousadia... é uma vida vazia.
Sinto que a beleza permanecerá eternamente enclausurada
Nas profundezas do olhar dos que a vêem,
E os que a vêem são poucos... na verdade são raros
Muitos entitulam-os de loucos... entretando seria loucura deleitar a vida?
"Tu não tens direito a não ser fazer tua vontade" já dizia Crowley.
Pensamentos como esses já foram e são atribuidos à loucura...
Mas se a loucura for a cura da tristeza, a solução dos problemas,
O sentido da vida, então que a insanidade nos domine.
Por que não percebem a beleza lírica da aurora dos dias
Nem tampouco a mágia do cair da noite ao final do entardecer.
Seu cotidiano se resume a preocupar-se com o amanhã,
Apenas compreendam que ele virá queiram ou não...
Vivem precipitamente, agem friamente e amam com cautela.
Bebem apenas uma dose do whisky, jamais embriagam-se
saciando toda sua sede, tomando pelo gargalo até a última gota.
Nunca aproveitam ao máximo o que o mundo tem a lhes oferecer,
Vivem de uma maneira absolutamente mecanizada e monótona,
Sem beleza, sem aventura, sem ousadia... é uma vida vazia.
Sinto que a beleza permanecerá eternamente enclausurada
Nas profundezas do olhar dos que a vêem,
E os que a vêem são poucos... na verdade são raros
Muitos entitulam-os de loucos... entretando seria loucura deleitar a vida?
"Tu não tens direito a não ser fazer tua vontade" já dizia Crowley.
Pensamentos como esses já foram e são atribuidos à loucura...
Mas se a loucura for a cura da tristeza, a solução dos problemas,
O sentido da vida, então que a insanidade nos domine.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Autobiografia
Tudo começou na cidadezinha litorânea de santos no verão de 1912, nevava muito aquela noite, as trincheiras estavam cheias de jovens soldados recém chegados da irlanda, e as 3:18 de um parto complicado feito por um médico russo e uma enfermeira suéca nasceu P!, filho de um imponente membro da nobreza inglesa e de uma india tupi-guarany, quando P! completou 4 anos ganhou uma motoca azul, no mesmo dia pegou sua lancheira dos power rangers, seu cantil cheio de tang de uva, pegou o cachicol de seu avô, carregou as pilhas, calçou suas havaianas e saiu em busca de aventuras inimagináveis... mas voltou 5 minutos depois pois sua mãe não lhe deixava atravessar a rua sozinho, mas ele não se intimidou aos 8 anos abriu uma barraca de limonada mas devido ao repentino aumento do preço do barril de petróleo durante a crise de 79 se obrigou a fechar as portas e dispensar bob ( seu cachorro ) pois não hávia dinheiro para pagar os biscoitos scooby que ele adorava, com 13 anos foi mandado para o reformatório devido a atos de vandalismo realizados por ele enquanto liderava um movimento revolucionário estudantil, depois de muito sofrer nas mãos dos russos em uma cadeia do kazaquistão ele finalmente escapou de alcatraz, cuspindo pimenta todos os dias depois das refeições nas grades de sua cela até que um dia conseguiu rompelas e nadou até o mar mediterrâneo onde foi conhecido como alexandre o grande, e as 23 anos hávia dominado o mundo, mas se cansou dessa vida mediocre e fugiu para o méxico onde entrou nos USA como imigrante ilegal durante o atentado contra John Kennedy, onde se aliou com Osama Bin Laden, e conseguiu invadir a area de lançamento da apollo 11 no dia 16 de julho de 1969 e foi para a lua dentro da nave cantando "We all live in a yellow submarine... Yellow submarine, yellow submarine...We all live in a yellow submarine... Yellow submarine, yellow submarine..." e assim foi o primeiro homem a pisar em marte.
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