Me perco no labirinto sem nexo das minhas idéias abstratas que são uma fuga da realidade,
Inventada por mentes doentias tomadas pelo medo que é viver realmente,
Aventurar-se bruscamente, agir incoerentemente nessa sensatez insensata que é estar aqui nessa sociedade tão podre quanto os cadaveres no cemitério
Que apodreceram na miséria do nada que fizeram enquanto apenas passaram pela mediucridade que foi sua existência,
A maldição de ter disperdiçado seu tempo com ideais futeis, mas o que seria o tempo?
O tempo de uma vida é imensurável, decadas,
Dias, horas, minutos e segundos não se comparam a extenção da vida
As chances de vive-la intensamente são inúmeras,
Mas elas passam por você sempre despercebidas enquanto essa sua obseção pelo futuro o domina,
O futuro, o passado e o presente tomando chá em uma sala de estar no meio de uma varanda,
E você pensando que todas as coisas são distintas,
Mas você está errado embasado na opinião dos hipócritas que o fizeram pensar assim
Por isso agora após tudo isso o instigo a pensar por si só e não ser pensado e assistir suas ações
Mas domina-las como se estivesse domando um dragão entre as chamas de um castelo destruido
Pensando como dizem que se deve ser pensado jamais verá como as coisas devem ser vistas.
domingo, 14 de dezembro de 2008
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