o cavalo do pássaro que comeu um abóbora
com um astronauta texano
que fumava seu baseado estragado
enquanto os tiras se aproximavam
nuvens chorando na noite cor de rosa de júpiter
na terra dos malditos
que cantavam canções de paz
no meio da enfermaria de guerra
do lado nazista da europa
que era alagada pelo mar
composto por vinho tinto
enquanto na africa chovia comida
e no brasil o dinheiro queimava
a terra girava como um peão na mão de uma criança
jovem demais para entender a física dele
que acontecia diante de seus olhos
enquanto ele caia como uma bomba em Nagasaki
que lembrava as guitarras frenéticas do woodstock
enquanto um velho contava essa história
aos seus netos esverdeados pela poluição
que seria a evolução que gerou indignação
no velho índio fumando cigarros com o poéta francês
na falta do absinto que abuçava seus sentidos
desestimulados pela falsidade do homem.
que dominava a terra dos malditos
que é a terra de todos nós.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
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Um comentário:
Acho tão Júpiter Maçã! *-*
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